Gandhi disse “ tudo o que fizeres na tua vida será insignificante. Mas é importante que o faças.”
Mais ninguém o fará por ti…
Tudo se resume ao gosto pela leitura. Talvez não tivesse vontade de escrever se por acaso não gostasse de ler. São as histórias, os conselhos, as teorias e o facto de me transportar para outro mundo. Tudo se resume a literatura e demasiadas perguntas por responder…
Se eu acho que as pessoas que não têm o hábito de ler são desprovidas de qualquer senso de palavra? Acho.
Mas não terão elas capacidade para tal, na mesma? Terão… então porquê ler?
Mais ninguém o fará por ti…
Na verdade, eu talvez escreva porque tenho na ideia que o nosso registo não desaparece das vidas que tocamos, então eu escrevo porque quero tocar algo, nem que seja algo em mim própria, que me dê todas as respostas que procuro.
Ou talvez seja por outra razão qualquer… não me lembro do exacto momento em que decidi “vou começar a escrever”, não me lembro do que me levou a começar a faze-lo. Quando me apercebi já ali estava eu, como um bloco de notas e uma caneta sempre comigo e onde muitas páginas têm apenas 2 linhas com um registo de “ eu hoje vi um homem na rua a falar sozinho e perguntei-me se um dia poderei acabar assim?”
Pela altura dos meus 3 anos, já eu escrevia o meu nome completo e mais algumas palavras… a minha mãe sempre se gaba muito deste meu feito e tem provas, as minhas primeiras palavras em papel estão secretamente guardadas por ela num sítio remoto e que provavelmente ela já não olha para elas há anos. Talvez tenha sido logo aqui…
Música do dia – “Horchata” – Vampire Weekend
sábado, 17 de julho de 2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Algo superior a mim mesma
Então deparei-me com a folha em branco. Queria começar por escolher as palavras certas pois penso,“ não me quero arrepender do que vou escrever” mas depois contrario-me, como sempre faço, decido que a melhor maneira é deixar tudo fluir, ser honesta ao meu estado de espírito, e como que numa sensação de aliviar a alma, como um cantar de um fado, deixo as palavras ganharem vida, nesta folha morta e plana.
Desta forma, no futuro se algo correr mal, direi que este texto foi um completo devaneio de quem perdidamente estava ensombrada por algo superior a ela mesma.
Começo a ter para mim que tudo acontece por uma razão. Talvez não uma “razão” palpável, definível, mas por ser algo que encaixa, como a tua mão na minha… olho para os meus textos mais antigos, releio aqueles em que te escrevi e em que te senti mas que não pensava que fosse possível. Trago comigo a sensação mais viva de algo que pacientemente eu aguardava á imenso tempo, de algo que sempre esperei, desvalorizando todas as outras por comparação.
Sim, e a música que deixas comigo…
E com isto, dou comigo a confirmar, que estar apaixonado é quase igual a estares de coração partido. Não comes, não dormes, e dás por ti a ter um nó no estômago de cada vez que pensas na pessoa que simplesmente adoras… e se vocês se perguntarem porque é que só agora chego a esta conclusão, bem, eu não me lembro da última vez que estive assim apaixonada… mas lembro-me terrivelmente bem de ter o coração partido.
Ao reler, vejo também que este é provavelmente o texto mais lamechas que coloquei aqui no blog… quem mais quer partilhar este momento lamechas comigo? hum, hum? Eu prometo que não farei muitos mais iguais a este, há que manter a integridade do blog, para falar de outras coisas :P
Para N.
Música do dia: “40 day dream” – Edward Sharpe and the Magnetic Zeros
Desta forma, no futuro se algo correr mal, direi que este texto foi um completo devaneio de quem perdidamente estava ensombrada por algo superior a ela mesma.
Começo a ter para mim que tudo acontece por uma razão. Talvez não uma “razão” palpável, definível, mas por ser algo que encaixa, como a tua mão na minha… olho para os meus textos mais antigos, releio aqueles em que te escrevi e em que te senti mas que não pensava que fosse possível. Trago comigo a sensação mais viva de algo que pacientemente eu aguardava á imenso tempo, de algo que sempre esperei, desvalorizando todas as outras por comparação.
Sim, e a música que deixas comigo…
E com isto, dou comigo a confirmar, que estar apaixonado é quase igual a estares de coração partido. Não comes, não dormes, e dás por ti a ter um nó no estômago de cada vez que pensas na pessoa que simplesmente adoras… e se vocês se perguntarem porque é que só agora chego a esta conclusão, bem, eu não me lembro da última vez que estive assim apaixonada… mas lembro-me terrivelmente bem de ter o coração partido.
Ao reler, vejo também que este é provavelmente o texto mais lamechas que coloquei aqui no blog… quem mais quer partilhar este momento lamechas comigo? hum, hum? Eu prometo que não farei muitos mais iguais a este, há que manter a integridade do blog, para falar de outras coisas :P
Para N.
Música do dia: “40 day dream” – Edward Sharpe and the Magnetic Zeros
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