"Pensei mais em animais.
E isso, por sua vez, levou-me a pensar nos humanos. Para ser exacto, pensei o que e que faz dos humanos... bem... humanos? O que é o comportamento humano? Por exemplo, sabemos o que é o comportamento de um cão: os cães fazem coisas de cão, correm atrás de paus, farejam rabos e põe a cabeça de fora das janelas dos carros em movimento. E sabemos como é o comportamento dos gatos: os gatos caçam ratos, esfregam-se nas nossas pernas quando estão com fome e é-lhes difícil decidir se querem ou não passar a porta ou ficar dentro de casa quando os soltamos.
E que fazem exactamente os humanos que seja especificamente humano?
...
Mas não foram outros animais que inventaram as máquinas, foram os humanos. Então, o que terá de essencial a nossa humanidade que se exprime nas nossas invenções? O que é que faz de nós nós?
Pensei como é estranho milhões de pessoas estarem vivas sem que sequer uma delas tenha a certeza do que é que torna as pessoas pessoas. As únicas actividades de que me lembrava que são dos humanos e de que não há equivalente em nenhum outro animal são o fumar, o culturismo e a escrita. Não é muito, considerando que até parece que nos achamos muito especiais."
Douglas Coupland - "A vida depois de Deus"
resolvi transcrever para aqui este excerto, deste livro, depois de no meu ultimo post ver o meu amigo JL, comentar que se tivesse o poder faria os homens agirem como homens e mulheres agirem como mulheres.
Confesso que não percebi a lógica dele á primeira, mas penso isso vai da minha maneira de ser, eu gosto mais de observar e questionar as várias possibilidades, do que me rodear no pensar "que aquilo deve ser assim".
também confesso que não era este o excerto que andava a procura de pôr aqui, andava a procura de uma fala dos volumes de Marcel Proust que li á cerca de 2 anos, mas não me lembro em que capitulo foi... e estava-me a dar muito trabalho a encontrar.
Este livro já li á mais tempo... e quando olhei para a capa dele.. simplesmente lembrei-me...
mas diz-me...ou melhor conta-me os teus pensamentos sobre a tal maneira certa de agir dos homens, ou da mulheres?
tenho passado as últimas 2 semanas a ouvir Mozart... pena não ter pessoas á minha volta que gostam tanto dele quanto eu!!!! eu punha toda a agente a ouvir Mozart com o poder da "Força"!! lolol
andei pelo youtubiiiii a ver os performances e deixo-vos com a melhor interpretação que encontrei desta sonata:
Musica do dia: Mozart "Piano sonata n. 8 em A menor - Allegro Maestoso"
sexta-feira, 29 de maio de 2009
sexta-feira, 22 de maio de 2009
The power...of the power..of the power...
Estou a acabar de ler neste momento um livro de Chuck Palahniuk, é um dos meus escritores favoritos, e o meu livro favorito, foi ele que escreveu, chama-se "Asfixia", foi recentemente adapatado ao cinema e tudo, mas muitos o conhecem por ser ele o escritor de "clube de combate" que também foi adaptado ao cinema á uns anos atrás, e entrava no filme o Brad Pitt.
Mas... continuando, estou a ler um livro dele que se chama "Lullaby" em português " Canção de Embalar", onde o tema central do livro, é um mundo onde milhares de crianças estão a morrer sem qualquer justificação, até que um homem descobre que elas morrem por causa de uma canção de embalar que ouvem antes de dormir. É claro que quem canta as musicas para as crianças,que normalmente são os pais, não sabem que estão a matar os filhos e nunca chegam a saber. Mas este homem começa a saber, e automaticamente decora a música e ve-se perdido num mundo onde começa a matar pessoas por engano, com o simples pensamento da musica. o Livro está engraçado e confronta-nos com a moral de que se soubessemos esta música, para que a usuaríamos? Para fazer o bem? para dominar-mos o mundo?
Isto fez-me pensar em uma série de acontecimentos que ás vezes se passam pelo mundo fora, com pessoas que ao fazerem tal coisa, pensam que mudam a humanidade, ou seja, decidem fazer o papel de "Deus".
Muitas situações destas vos podem ocorrer agora no pensamento, como genocidios, guerras e afins, mas eu não vou tão longe.
Em 1870, um homem chamado Spencer Baird resolveu então fazer o papel de "Deus", e decidiu que o tipo de proteina mais barata para os americanos era a carpa europeia (na altura em que vi esta informação, confesso que não sabia o que era a "carpa europeia", mas depois de investigar descobri que é uma especie de peixe"). Durante 20 anos, enviou carregamentos de carpas bebés para todas as partes da América do Norte. Convenceu 100 empresas ferroviárias diferentes a transportarem as suas carpas bebés e a libertá-las em todas as extenções de água por onde os comboios passassem. Até os equipou com carruagens tanque especiais que conseguiam transportar cerca de 9 toneladas de carpas bebés para as bacias hidrográficas na américa do Norte.
Mas não é tudo...alguns anos mais tarde, em 1890, outro homem decidiu fazer o papel de "Deus", chamava-se Eugene Schieffelin e resolveu largar 60 Sturnus Vulgaris( sim fui ver o nome do pássaro em latin lol), o estorninho europeu, no Central Park de Nova Iorque. Cinquenta anos depois, os pássaros tinham-se estendido até São Francisco. Hoje, há mais de 200 milhões de estorninhos na América. Tudo isto porque ao que parece o Sr. Eugene queria que Nova Iorque tivesse todas as aves mencionadas por Shakespeare.
Também li qualquer coisa sobre as abelhas africanas, mas não me lembro do nome do Sr. Mas sei que no caso das abelhas, já foram cientistas a fazer a coisa, e não pessoas normalissimas, e apenas com pancada. todos nós temos pancada certo?
Mas e se voces tivessem o poder... se voces fizessem o papel de "Deus"... que fariam? ou então, para o que o usariam?
Qual seria a vossa moral?
aiii... a mim ocorrem-me... estou a pensar....esperem.... oiço o Manuel aqui atrás de mim " Uma pessoa com osteoperose, é um pessoa muito religiosa que come muitas ósteas".
Aqui não se aprende nada...
Musica do Dia: " BeatCrusaders" - Be my Wife
Mas... continuando, estou a ler um livro dele que se chama "Lullaby" em português " Canção de Embalar", onde o tema central do livro, é um mundo onde milhares de crianças estão a morrer sem qualquer justificação, até que um homem descobre que elas morrem por causa de uma canção de embalar que ouvem antes de dormir. É claro que quem canta as musicas para as crianças,que normalmente são os pais, não sabem que estão a matar os filhos e nunca chegam a saber. Mas este homem começa a saber, e automaticamente decora a música e ve-se perdido num mundo onde começa a matar pessoas por engano, com o simples pensamento da musica. o Livro está engraçado e confronta-nos com a moral de que se soubessemos esta música, para que a usuaríamos? Para fazer o bem? para dominar-mos o mundo?
Isto fez-me pensar em uma série de acontecimentos que ás vezes se passam pelo mundo fora, com pessoas que ao fazerem tal coisa, pensam que mudam a humanidade, ou seja, decidem fazer o papel de "Deus".
Muitas situações destas vos podem ocorrer agora no pensamento, como genocidios, guerras e afins, mas eu não vou tão longe.
Em 1870, um homem chamado Spencer Baird resolveu então fazer o papel de "Deus", e decidiu que o tipo de proteina mais barata para os americanos era a carpa europeia (na altura em que vi esta informação, confesso que não sabia o que era a "carpa europeia", mas depois de investigar descobri que é uma especie de peixe"). Durante 20 anos, enviou carregamentos de carpas bebés para todas as partes da América do Norte. Convenceu 100 empresas ferroviárias diferentes a transportarem as suas carpas bebés e a libertá-las em todas as extenções de água por onde os comboios passassem. Até os equipou com carruagens tanque especiais que conseguiam transportar cerca de 9 toneladas de carpas bebés para as bacias hidrográficas na américa do Norte.
Mas não é tudo...alguns anos mais tarde, em 1890, outro homem decidiu fazer o papel de "Deus", chamava-se Eugene Schieffelin e resolveu largar 60 Sturnus Vulgaris( sim fui ver o nome do pássaro em latin lol), o estorninho europeu, no Central Park de Nova Iorque. Cinquenta anos depois, os pássaros tinham-se estendido até São Francisco. Hoje, há mais de 200 milhões de estorninhos na América. Tudo isto porque ao que parece o Sr. Eugene queria que Nova Iorque tivesse todas as aves mencionadas por Shakespeare.
Também li qualquer coisa sobre as abelhas africanas, mas não me lembro do nome do Sr. Mas sei que no caso das abelhas, já foram cientistas a fazer a coisa, e não pessoas normalissimas, e apenas com pancada. todos nós temos pancada certo?
Mas e se voces tivessem o poder... se voces fizessem o papel de "Deus"... que fariam? ou então, para o que o usariam?
Qual seria a vossa moral?
aiii... a mim ocorrem-me... estou a pensar....esperem.... oiço o Manuel aqui atrás de mim " Uma pessoa com osteoperose, é um pessoa muito religiosa que come muitas ósteas".
Aqui não se aprende nada...
Musica do Dia: " BeatCrusaders" - Be my Wife
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Flocos de Neve: Parte 3
Combinámos encontrarmo-nos no café na tarde seguinte. Eu cheguei cedo, estava nervosa, tinha passado pelo menos 3 horas em frente ao espelho a experimentar todos os vestidos que tinha. No fim já estava quase em cima da hora e eu ainda não me tinha decidido. Acabei por vestir o vestido mais simples que tinha, não coloquei maquilhagem, apanhei o meu cabelo apressadamente apenas com um lápis, calcei uns chinelos e lá saí de casa.
Cheguei ao café dez minutos antes do combinado, sentei-me e pedi uma água. O que eu queria mesmo era pedir um gelado, mas guardei-me para pedi-lo quando chegasses.
Comecei a pensar nos nossos tempos de infância, as tardes perdidas no campo a jogar ás escondidas, as vezes que me deixavas pular para as tuas costas e atravessavas comigo o rio onde nunca deixavas eu molhar os pés. As correrias pelo campo atrás das ovelhas, as caçadas aos grilos na primavera, tu eras o meu companheiro de infância, nunca estávamos sós, tinhamo-nos sempre um ao outro.
Quando dei por mim já tinha passado uma hora que estava no café. Ainda estava ali sozinha, com a minha garrafa de água á frente. Ao meu lado uma senhora já duma certa idade reclamava da muita manteiga na torrada e á porta do café estava um cão amarrado que ladrava. Olhei novamente para o relógio, comecei a pensar que já não virias, que toda a minha alegria das recordações tinha sido inútil, e que o facto de eu estar ali era afinal para ti uma brincadeira. O empregado aproxima-se, pergunta-me se vou querer mais alguma coisa, por esta altura estou incrivelmente irritada e respondo-lhe rispidamente que não, não vou querer mais coisa alguma. Ele sorri, um pouco espantado, e então pergunta“Por acaso não se chama Leonor?”estranhamente respondi que sim, ele dirigiu-se ao balcão, pegou num envelope branco e veio entregar-mo.
Ao abrir vi que era teu, pois começava com “desculpa não estar aí”. Levantei-me, paguei a minha água e saí. Corri para casa deitei-me na minha cama e então abri de novo o envelope e li.
Cheguei ao café dez minutos antes do combinado, sentei-me e pedi uma água. O que eu queria mesmo era pedir um gelado, mas guardei-me para pedi-lo quando chegasses.
Comecei a pensar nos nossos tempos de infância, as tardes perdidas no campo a jogar ás escondidas, as vezes que me deixavas pular para as tuas costas e atravessavas comigo o rio onde nunca deixavas eu molhar os pés. As correrias pelo campo atrás das ovelhas, as caçadas aos grilos na primavera, tu eras o meu companheiro de infância, nunca estávamos sós, tinhamo-nos sempre um ao outro.
Quando dei por mim já tinha passado uma hora que estava no café. Ainda estava ali sozinha, com a minha garrafa de água á frente. Ao meu lado uma senhora já duma certa idade reclamava da muita manteiga na torrada e á porta do café estava um cão amarrado que ladrava. Olhei novamente para o relógio, comecei a pensar que já não virias, que toda a minha alegria das recordações tinha sido inútil, e que o facto de eu estar ali era afinal para ti uma brincadeira. O empregado aproxima-se, pergunta-me se vou querer mais alguma coisa, por esta altura estou incrivelmente irritada e respondo-lhe rispidamente que não, não vou querer mais coisa alguma. Ele sorri, um pouco espantado, e então pergunta“Por acaso não se chama Leonor?”estranhamente respondi que sim, ele dirigiu-se ao balcão, pegou num envelope branco e veio entregar-mo.
Ao abrir vi que era teu, pois começava com “desculpa não estar aí”. Levantei-me, paguei a minha água e saí. Corri para casa deitei-me na minha cama e então abri de novo o envelope e li.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Ocorre-me a musica dos xutos, sobre o fim de semana =)
Bem, o meu fim de semana foi cansativo. Sábado andei por Coimbra e por Santarém. Depois de acordar bem cedo no sábado, que até faz mal á minha beleza, lá fomos até Coimbra, eu e a minha familia, almoçámos por lá e vi imensos peregrinos em que o seu destino por esta altura, claro, é Fátima e a seguir ao almoço fomos até ao portugal dos pequeninos como já vos tinha dito. olhem só:

Já lá não ía desde os meus 8 aninhos, atão para mim foi a loucura total. Mas os meus maninhos também se divertiram, principalmente a conquistar castelos e eu a correr atrás deles!!
Na parte mais ao fim da tarde passámos por Santarém para irmos á feira da caça (o meu padrasto gosta destas coisas). A parte mais gira desta feira para além de haver lá muitos cãezinhos de caça á venda onde me pude babar para todos eles (quero um cãozinhooooo!!), foram certamente os petiscos. Sou louca por estas coisas tradicionais, barraquinhas de chouriço assado, de queijo da serra, de broa aiii que loucura... depois queixo-me que ando com uns quilinhos a mais. Aiii e aquelas azeitonas bem temperadas, aqueles torresmos estaladiços, aquelas omeletes enormes que mais parecem tartes cheias de carninha de caça, já me está a crescer água na boca, foi certamente o melhor da feira.
Depois viemos para casa, já só me apetecia estender na cama, quando a minha mãe vem lá com os seus T.P.C.'s(que isto agora deu-lhe para ir para as novas oportunidades), e pronto lá ficou a Joana pela noite dentro a ensinar a mamã.
Domingo "é dia de ir á praça" como diz a minha mãe, e lá acordamos cedo (outravez), para ir dar uma voltinha á praça da Charnequinha que dps acabam por ser longas horas até ao almoço com a Joana a andar atrás da mãe toda a manhã.
Só sei que cheguei a casa de rastos, passei o resto da tarde no sofá a ver a "matiné", não tive paciência para fazer jantar, e quando dei por mim já era segunda de manhã e o despertador estava a tocar, para ir trabalhar.
A coisa espectacular deste fim de semana, é que ganhei um portátil.
Ahhh e sim claro, passei tempo com a família, que ás vezes pode não ser perfeita, mas é sempre o que temos de melhor.
Próximo fim de semana é com o papá, acabo muitas vezes por sentir, que tenho uma vida dupla, divido o tempo entre os dois para não haver confusão, e não falo sobre nenhum a nenhum dos dois, para manter a paz. E assim toda a gente anda feliz.
Musica do Dia: "Starlight" - Muse
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Em Maio foi quando morri um dia, à muito tempo atrás...
Escrevo, apago, escrevo novamente, e apago... bahh.. mas que se passa comigo?
Começo a ver Maio a passar rápido e sempre desejo que ele passe muito rápido. As mesmas faces continuam comigo no comboio todas as manhãs. O sol está mais quente agora e a frase daquela música “ No verão as roupas ficam mais pequenas” ecoa um pouco por todos os silvos do vento quente que se instala á beira mar. A minha preocupação crescente com o mês a seguir a este vai-se notando no roer das minhas unhas. “em Junho chegam os exames”, “em Junho são os santos, que este ano não posso lá faltar”, “em Junho é o meu Aniversário” diz-me a minha mente. Este estado de ansiedade instala-se silenciosamente, quando dou por mim, já ando acelerada e a comer chocolates, chocolate este, que, tal como a minha ansiedade, silenciosamente veio parar á minha gaveta acabado de chegar de Londres e que religiosamente não partilho com ninguém “serás todo meu... mesmo sendo tu um chocolate tão enorme, e mesmo que demore um mês inteiro a devorar-te”.
O telefone toca, é a minha mãe “ só para te lembrar que este fim de semana temos aquilo combinado”, apanha-me de surpresa, não me lembro de nada, pergunto “ o que era?” e ela responde com um travo a sem paciência e irritada “aquilo... dos pequeninos” apercebo-me que ela não pode falar e aí vem-me tudo á mente “ sim, não me esqueci, está combinadíssimo, vem me buscar sábado de madrugada”. Tinha-me esquecido completamente. Telefono para o P, digo-lhe que o estudo e a ida ao cinema está cancelada, telefono também a T. A dizer que a lasanha(que eu sou pro a fazer), fica para jantar de domingo em vez do dia antes e que ele não tem de ir ás compras e digo a ambos “este fim de semana vou ao Portugal dos Pequeninos, e vou-me perder naquele mundo tão grande e não sei se vou voltar”.
Musica do dia: “We are Rockstars” – Does it offend you, yeah?
Começo a ver Maio a passar rápido e sempre desejo que ele passe muito rápido. As mesmas faces continuam comigo no comboio todas as manhãs. O sol está mais quente agora e a frase daquela música “ No verão as roupas ficam mais pequenas” ecoa um pouco por todos os silvos do vento quente que se instala á beira mar. A minha preocupação crescente com o mês a seguir a este vai-se notando no roer das minhas unhas. “em Junho chegam os exames”, “em Junho são os santos, que este ano não posso lá faltar”, “em Junho é o meu Aniversário” diz-me a minha mente. Este estado de ansiedade instala-se silenciosamente, quando dou por mim, já ando acelerada e a comer chocolates, chocolate este, que, tal como a minha ansiedade, silenciosamente veio parar á minha gaveta acabado de chegar de Londres e que religiosamente não partilho com ninguém “serás todo meu... mesmo sendo tu um chocolate tão enorme, e mesmo que demore um mês inteiro a devorar-te”.
O telefone toca, é a minha mãe “ só para te lembrar que este fim de semana temos aquilo combinado”, apanha-me de surpresa, não me lembro de nada, pergunto “ o que era?” e ela responde com um travo a sem paciência e irritada “aquilo... dos pequeninos” apercebo-me que ela não pode falar e aí vem-me tudo á mente “ sim, não me esqueci, está combinadíssimo, vem me buscar sábado de madrugada”. Tinha-me esquecido completamente. Telefono para o P, digo-lhe que o estudo e a ida ao cinema está cancelada, telefono também a T. A dizer que a lasanha(que eu sou pro a fazer), fica para jantar de domingo em vez do dia antes e que ele não tem de ir ás compras e digo a ambos “este fim de semana vou ao Portugal dos Pequeninos, e vou-me perder naquele mundo tão grande e não sei se vou voltar”.
Musica do dia: “We are Rockstars” – Does it offend you, yeah?
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